Pokémon GO: jogador é banido injustamente ao criar percurso de Pokéstops

22 de agosto de 2016 . Atualizado 22/08/2016

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A Niantic está atenta aos jogadores que ganham XP rapidamente. Entretanto, a produtora parece que esqueceu das brechas que elas mesma criou. O streamer Jimmy Derocher, aproveitou uma dessas brechas para tentar ganhar 1 milhão de XP em menos de 24 horas. A façanha seria provada ao vivo via internet pelo site Twitch.tv.

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– Como foi a façanha do jogador

Antes que você pense, nada de hack. Jimmy montou um aparato de transmissão ao vivo para provar que era possível ganhar até um milhão de XP em apenas um dia. Ele criou uma rota especial, junto com amigos, e ficaria visitando sempre os mesmos Pokétops. Todos equipados com lures, Jimmy usando Lucky eggs e Incense, tudo ao mesmo tempo.

A stream ia muito bem, e lá pelas 13ª hora, ele percebeu que sofreu o “banimento suave” (o famoso soft-ban) da Niantic. Apesar de interagir com Pokéstops, Jimmy não consegui mais capturar pokémon. Uma pena, pois faltavam apenas 400.000 pontos para bater a meta de 1 milhão de XP em 24 horas.

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Trajeto criado por Jimmy que levava apenas 5 minutos para concluir.

O trajeto foi planejado na cidade de Austin, capitão do estado do Texas, Estados Unidos. Jimmy percorria sempre o mesmo trajeto e tomava até algumas pausas aleatórias já para evitar algum softban, mas não teve jeito.

Jimmy chegou a entrar em contato com a Niantic via Twitter, alegando que até doaria o dinheiro da stream para uma organização de caridade caso a produtora removesse o ban. O que não aconteceu.

Esse caso apenas comprova como a Niantic não tem nenhum sistema sofisticado para banir hackers. Ela simplesmente vai banindo quem avança rápido no jogo, mesmo que de forma totalmente legítima. Em grandes cidades, há vários Pokéstops que ficam tão próximos que nem precisa que o jogador se movimente. Com alguns poucos trocados é possível subir de nível em um ritmo absurdo. Ao invés de consertar isso, a Niantic prefere limitar a experiência dos jogadores.

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Mestre na arte oculta dos joguinhos de bolso. Passou por várias gerações (Java, Symbian, N-Gage). É o criador e idealizador do Mobile Gamer.

  • Tiago Santos

    INFELIZMENTE,parece que a empresa não estava esperando esse sucesso todo,lancaram o jogo ainda cru,sem suporte a dispositivos mais modestos e nao se prepararam para os famosos Hacks,foi uma bola fora,infelizmente,eles podiam ter esperado,fazendo open beta ou beta fechado, meus não,decidiram lançar porque os fãs estavam na cola deles,e os mesmos fãs irão crucificar a empresa, na minha opinião, não interessa se eu estou ansioso ou não o jogo só deve sair com a melhor forma,e não cru, prefiro esperar anos e anos e jogar um jogo que consiga carregar o nome que o jogo carrega que é o POKÉMON,do que lançarem um jogo cru e eu me arrepender e estragar o meu sonho de infância que era ser um mestre Pokémon…

    • mobilegamerbr

      Nossa! Seu comentário lembrou até o caso do No Man’s Sky (game para consoles e PC) que chegou com uns 10% do prometido. Parece que virou moda.

    • Isac Silva

      Mas o Pokémon teve beta fechado, no Japão até quem jogo o beta continuo com a conta 🙂