Review: Infinity Blade (iPhone)

Infinity_Blade_03 Review: Infinity Blade (iPhone)

Assim como Rage Mutant Bash TV, Infinity Blade causou um frenesi danado graças a sua qualidade gráfica. Porém ao contrário de Rage, Infinity Blade tem sido um sucesso de público, tendo lucrado 1,6 milhões de dólares nos primeiros três dias . Mas será sucesso de crítica também? Vamos descobrir.


Primeiro de tudo, vamos falar do óbvio: a qualidade gráfica do jogo. O game criado pela mesma produtora de Gear of War, utiliza o poder da Unreal Engine, o que se traduz em um banho na parte gráfica. É possível até perceber um pouco da influência do estúdio nas armaduras dos golems.

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Armaduras dos golems lembram Gear of War

Ficar babando gráficos, não é a minha, vamos falar do jogo em si. A jogabilidade do jogo é como já comentei por aí, um “Fruit Ninja para machos”, onde você corta os oponentes com gestos feitos na tela, tudo bem explicado e intuitivo. Falando em cortar, um ponto fraco do jogo é a falta de sangue. Talvez isso tenha ocorrido pelo rating do jogo, a partir de 9 anos.

O game, comentado por muita gente como um RPG, passa muito longe disso, está mais para um fighting game com alguns elementos de RPG. Estes elementos são uma vaga história e a progressão das armas e do personagem. Falando em história, a mesma é bem auto-explicativa e de certa forma conta o porquê do título Infinity Blade. Você controla diversos guerreiros, todos de uma mesma família em busca de vingança contra o “God King”, é um loop infinito onde um filho tenta vingar seu pai. A questão é que o tal God king está sempre uns 50 níveis acima do seu o que garante que muita gente irá morrer antes da dar cabo de maldito e ver o final do game, que por sinal é bem estranho.

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Excelente! “Sem sombra” de dúvida!

O loop do jogo é bem curto e a cada morte, o sucessor do guerreiro, que é idêntico ao seu pai, sempre se depara com versões mais fortes dos inimigos. Eles são na faixa de uns dez e você tem que enfrentá-los antes de derrotar o chefão final. Tudo bem linear com apenas algumas poucas escolhas de caminhos. O sistema de upgrade de armas e personagens, bem como as conquistas é muito bem feito e faz com que você queira evoluir a personagem para terminar o jogo.

Depois de terminar o game, você fica eternamente nesse loop enfrentando os mesmos guerreiros em níveis diferentes, só “upando” seus equipamentos. É possível voltar para a Bloodline 1 com todos os equips, o que é ótimo para cumprir todas as conquistas do jogo sem se preocupar em morrer.

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As músicas são uma surpresa a parte, muito bem encaixadas e ambientadas no clima medieval, praticamente ditam as batalhas, elas vão da calmaria ao clímax acompanhando o desenrolar de cada combate.

A Chair e a Epic prometem mais inimigos, pois os que enfrentamos nessa versão, estão sempre nos mesmos lugares da Epic citadel (demo técnica do jogo) e são sempre os mesmos.

Veredito

Infinity Blade é uma diversão passageira muito interessante. O trabalho das empresas envolvidas foi surpreendente e é definitivamente um excelente game. Existe um objetivo e você fica preso a ele, mesmo sendo repetitivo.

Nota: 9.0

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Alguém esqueceu o iPhone!
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9 thoughts on “Review: Infinity Blade (iPhone)

  1. sinceramente, não achei grande coisa o jogo, sem ofender a quem gostou, no começo é até legal, mas se torna repetitivo de mais, e é tudo muito linear, não tem o que seguir! se torna repetitivo de mais, os gráficos foram o que me deixaram de boca aberta, me senti com um PC na mão! (é um 3GS o meu) e nem serrilhado parecia ter! mas se torna repetitivo, gostaria de um dia ver jogo de tiro ou ação usando esses gráficos! quem sabe um "gears of War" da vida

  2. Não entendi o final do jogo.. ele encontra um "iphone abandonado", da um toque na tela e aparece um holograma de um mundo rodando na frente dele??? o que isso significa.. não entendi nada!!

  3. ah.. mas é um excelente jogo de LUTA.. não RPG como muitos estão falando. Ele é linear e sem muitos caminhos para seguir pois é um jogo de LUTA.. quem não gostou é pq esperava um RPG de mundo aberto.. Infinity Blade passa longe, bem longe.. ele é mais parecido com Beast Boxing 3D, só que medieval, com gráficos melhores e pequenos toques de RPG, que somente abrange a evolução do personagem e o melhoramento de equipamentos

  4. @André Augusto da SilvaNão vou mentir, fiquei preso ao jogo até comprar a p*rra da infinity blade. Ele é bem repetitivo mesmo e assim como os MMO, o que interessa é upar…Porém ainda assim é bem melhor que Rage, que joguei só meia hora.

  5. @jamessonNem sei se é iPhone, parece um dispositivo móvel, mas nem deixa claro, o final então.. não tem sentido nenhum. o que é aquilo? a death star de star wars?

  6. ah.. RAGE é péssimo.. só tem gráficos..só tem umas 4 fases e todas são iguais.. quase que literalmente iguais… ainda bem que ele é baratinho(1,99).. mas mesmo assim não vale o preço.. deletei ele com menos de 24h, até pq esse jogo pesa quase 1Gb

  7. Foi por isso que eu optei em comprar um Ipod Touch: A capacidade gráfica. Alguns games detonam um PSP por exemplo, o q em alguns quesitos deixa a desejar…..agora é esperar sair o Real Racing 2, Asphalt 6 e por ai vai =D

  8. Eu achei o jogo muito bom, pórem, muito longe de ser perfeito.Eu vejo Infinity Blade como um grande passo, para o que seria o futuro dos jogos no iPhone em termos de gráficos.

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