[Mini-Análise] Brother in Arms – N-gage

15 de junho de 2009

Reabrimos nosso espaço de críticas aos jogos de celular.

Flame Shild UP! Estou muito chateado com esse jogo, que para mim deveria ser um dos melhores da n-gage ao lado de The One. Os gráficos estão ok e o som também, mas o que mata o jogo é a jogabilidade:

  • Os controles dos carros são muito inadequados, quase impossível de manobrar, pois quando você está parado coloca para o lado o carro vai para frente também.
  • Você fica preso em objetos (experimente passar ao lado de um tanque destruído), tiros de tanques atravessam paredes (sem deixar marcas) e lhe atingem.
  • Game design ruim (essa é a grande MANCADA!), muita vezes no jogo você tem que fazer determinada coisa de determinado modo como ‘script’ manda. Como na fase Tunis – Surprise Visit, se você não destruir o suporte que segura a parte de um avião enquanto tem uns nazista em baixo, você não consegue terminar essa parte e ir para o próximo checkpoint (mesmo matando os nazistas na bala). Num ambiente 3D vasto, fazer uma jogabilidade pré programa como a de vários jogos da empresa em 2D é um grande erro.

Resumindo, Brother in Arms é um jogo médio, que ganha pontos por ser em 3D e possuir várias fases em um nível bom de dificuldade. Poderia ser incrível não fosse muitos defeitos de game design e programação.

Mestre na arte oculta dos joguinhos de bolso. Passou por várias gerações (Java, Symbian, N-Gage). É o criador e idealizador do Mobile Gamer.